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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

ainda sinto tua falta...

a verdade é que a tarde tumultuou meu coração... e nada a ver com jogos ou trabalho, mas eu senti como ainda é forte a tua presença hoje aqui, em mim.
ao entrar naquele prédio eu revivi milhões de momentos da minha vida, todos especiais e cheios de adolescencia, de intensidade.
a verdade é que eu sinto tua falta ;~ falta das nossas conversas, das nossas saídas de carro, das histórias que eu te contava só pra ouvir um "ai carol", e da última vez que eu te vi. o pior disso foi saber que era a última vez e não ter coragem pra dizer o quanto eu gostava de ti, e o quanto tu era importante pra mim...
lembro de cada conversa no icq, de cada jogo de tagbuleiro, de cada mágica que fizestes.
hoje eu senti como se ainda estivesse aqui, comigo. como se ainda fosse a minha amiga querida, tão presente, tão importante.
hoje eu vi muitas fotos, muitos enfeites de natal que tu gostavas, muito eu te senti, e tu não chegou...
acho que eu não tinha me dado conta que passou tão pouco tempo desde o nosso último encontro.
com o choro entalado na garganta eu te digo: eu não te esqueci, eu sinto tua falta, eu ainda te amo.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

é verdade.

no fundo é tudo assim...
as pessoas falam e fazem o que querem, e o mais importante: são capazes de mentir o que convém. totalmente.
de fato, é necessário guardar as primeiras impressões, mesmo que devamos considerar as últimas, para que a gente não se surpreenda tanto, e não seja tão injusto também.
verdadeiramente eu digo: evite pré-conceitos, muito já fiz e muito me arrependi.
aceite (embora não entenda) sem digerir o fato de que seu amigão começou a usar as mesmas roupas que tu, e que ele disse não gostar.
ou melhor, aceite o fato de que ele foi melhor na prova, ou que pegou a vaga de emprego que tu querias - e não sejas falso, farias o mesmo.
sim, farias. e ainda convidaria para uma comemoração, com chopps.
a verdade é que as pessoas abominam o egoísmo e ele ferve nas veias – é incrível.
agora, de uma maneira nada simpática e nada Caroline de ver o mundo aprenda: duvide não só dos inimigos, como dos amigos. deixe que eles também te ensinem.
não tenha grandes expectativas.
mantenha a própria máscara alinhada ao rosto.
- triste? esqueça tudo isso e ame o próximo como a ti mesmo.
“Aham Cláudia, senta lá!”

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Reflexão

"Vida doméstica é para gatos. Se ser feliz para sempre é aceitar com resignação católica o pão nosso de cada dia e sentir-se imune a todas as tentações, então é deste paraíso que quero fugir.
Tenho medo de não conseguir manter minhas idéias, meus pontos de vista, minhas escolhas (...) Tenho medo dessa busca desenfreada pela verdade, pelas respostas. Eu me esgoto tentando morder meu próprio rabo (...) Ok, eu sei que jamais vou derramar um copo de cerveja na cabeça de um homem, nem vou sair nua pelos parques protestando contra o uso de casacos de pele. Eu nunca vou fazer uma extravagância, e é isso que me assusta, por que uma piração de vez em quando pode ser muito bem vinda. Eu não tenho medo de perder o senso. Eu tenho medo é desta eterna vigilância interior, tenho medo do que me impede de falhar.
Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos. Um filme mais ou menos, um livro mais ou menos. Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, se acaso, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia. (...) As coisas muito boas e as coisas muito ruins exigem explicação. Coisas mais ou menos estão explicadas por si mesmas.
Perigoso é a gente se aprisionar no que nos ensinaram como certo e nunca mais se libertar, correndo o risco de não saber mais viver sem um manual de instrução.
Sou quase oriental... sou latina muito raramente. Mais tudo mudou ando tão mexicana, por dentro quase histérica. (...)
Talvez lembre de mim como uma mulher vivida, descolada, que lida bem com relações descartáveis, logo eu que odeio copos de plásticos, canudinhos, tudo que não dure.
Não gosto de nada que é raso, de água pela canela. Ou mergulho até encontrar o reino submerso de Atlântida, ou fico à margem, espiando de fora. Não consigo gostar mais ou menos das pessoas, e não quero essa condescendência comigo também.
Sexo deveria ser como uma chuveirada. Uma gargalhada.
Não gosto da vida em banho-maria, gosto de fogo, pimenta, alho, ervas, por um triz não sou uma bruxa. (...)
Eu me exijo desumanamente. Tenho impressão de que se eu não tiver uma vida bem argumentada ela vai se esfarelar em minhas mãos. Sou garimpeira, quero sempre cavoucar a razão de tudo, não consigo dar dois passos sem rumo determinado". (Martha Medeiros)


- me sinto um liquidificador de pensamentos, preciso de tempo.

terça-feira, 8 de junho de 2010

pelas ruas...

ah, eu detesto dias cinza.
desses mesmo, desses que a gente não rende nada, não faz o que quer fazer, e menos ainda o que deveria. SACO!
a verdade é que as expectativas (mesmo pequenas) acabam com meu bom humor.
odeio ver que o dia passou e que não fiz METADE do que devia (e do que eu queria) fazer. odeio quando somes. odeio quando essa vontade de ficar sozinha chega.
o teatro sempre me fascinou, mas eu morreria de fome se tivesse que encenar.
simplesmente não consigo, meus sentimentos me dominam totalmente. meu coração tem espaço pra um sentimento só, de cada vez. quem conhece sabe.
é difícil disfarçar, esconder e deixar a verdade à parte. é difícil não me sentir assim. seilá, pensando bem, se os dramalhões mexicanos tivessem em alta eu ganharia muito dinheiro (fato).
seilá, pelo visto hoje o mundo resolveu andar na contramão.
e o pior de tudo, na minha maneira mais mimada, sei que se tu ao menos ligasse, metade desse sentimento se acabaria.
eu sei (e eu SEI MESMO) que eu não sou o melhor exemplo pra nada, e que ultimamente eu tenho quebrado a cara (bonito!) em muitas coisas. MAS, estou aqui. estou pronta pra outra e ainda estou te dando a chance pra ligar, sem pressão.

conforme eu tento mostrar, eu não incorporo uma grande vilã, mas eu sou um vazo ruim.
já cai, já quebrei.
hoje procuro por materias inquebráveis e utilizo super-bonder. as coisas são assim.

quarta-feira, 24 de março de 2010

feliz, feliz :)

As pequenas coisas me deixam feliz, motivam meu dia, e me fazem querer voar. Da mesma maneira que é triste abandonar coisas e pessoas de quem se gosta, é bom demais receber um carinho-elogio de alguém que (teoricamente) está fora da minha vida.
Pode doer, mas às vezes ser "nostalgica" ajuda pra caramba a ter motivação!
To feliz demais! To esperando demais (sério?)!
E tô aqui tempo demais para o dia cheio que tenho pela frente. Obrigada vida!